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Aos 3 anos (e 4 meses)

Insiste que não precisa falar português porque mora na Irlanda.

O português, aliás, está limitado a algumas palavrinhas do dia-a-dia (apesar de ele compreender tudo, já que eu continuo só falando português) mas o inglês se desenvolve a passos gigantescos e ele fala sem parar. Não são mais palavras ou frases isoladas, ele é realmente capaz de manter uma conversa e expressar alguns sentimentos, contar histórias e argumentar.[......]

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Hoje não

Uma semana que não acaba, um mês que não acaba e um cansaço que não acaba nunca: foi só nisso que consegui pensar hoje.

Tenho problema nenhum com a pobre da segunda-feira. Pelo contrário, segunda ainda é aquele dia que eu me sinto melhor e bem disposta. Pena é que não dura a semana toda, ou melhor, a cada dia da semana que passa eu vou perdendo o pique e ficando mais e mais cansada.
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Gravidez 2.0

Minha barriga enooooooorme desmente, mas estamos hoje na 16a semana da minha segunda gestação. A data prevista de parto é o dia 2 de Fevereiro mas eu acho que nasce antes do final de Janeiro.

Além do post em que eu contei a novidade (link aqui) não tenho falado sobre o assunto no blog. Aliás, começo esse texto sem saber exatamente onde quero chegar ou se pretendo escrever sobre isso semanalmente (veremos).[......]

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Homeopatia

Meu grande primeiro choque cultural com a vida aqui na Irlanda aconteceu durante o pré-natal do meu filho.

Para quem não sabe, o tipo de acompanhamento pré, durante, e pós-parto que a gente tem aqui é muito diferente do que o que acontece no Brasil. Primeira consulta só no final do 3° mês de gestação, acompanhamento feito por um clinico geral e pelas parteiras do hospital público, pouquíssimo contato com um obstetra, uma única ultrasonografia por volta da 22ªsemana. Isso só para começo de conversa…[......]

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Melancolia e tristeza infinita

Desses posts que eu nunca sei se escrevo ou não. Mas se não escrevo como sabê-lo?, já dizia um poeta. Ou melhor, se não escrevo como tirar o assunto da cabeça? Confesso que ontem demorei a dormir e ainda sonhei com a coisa que tanto trabalho me dá para esquecer. Então escrevo, mesmo que para isso me exponha demais.
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Adeus, fraldas

Demorou. Me estressei, estressei o menino. Fiquei brava, frustrada, cansada e mais pobre, de tanto gastar com fralda. Até a creche começou a pressionar um pouco, querendo que ele já começasse a frequentar aulas com a turma que inicia a escola em Setembro do próximo ano.[......]

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As boas vindas

Estou esperando o meu menino.

Não o vejo desde quarta-feira passada quando peguei o trem de Killarney até Dublin, logo pela manhã. Ele ficou feliz da vida, como sempre. Me disse tchau e combinamos de nos ver em alguns dias.
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Sem pé, nem cabeça

Um post assim mesmo, sem eira nem beira; sem começo, meio e fim; sem assunto definido; sem novidade. Uma tentativa medíocre de tirar o pó, desenferrujar os dedos que é para eu voltar de vez. E em tópicos, para organizar um pouco a casa:
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