Depois do dia do parto a data mais esperada do calendário materno é o dia do primeiro aniversário. Fala aí se não é verdade?

Se a primeira espera, de nove meses, é longa, imagina só a espera de um ano inteiro até o dia em que se celebra o primeiro ano de vida da pessoa mais importante do mundo inteiro?

Aqui na Irlanda, por sorte, não existe o costume de celebrar festas infantis com o mesmo desperdício de dinheiro que se faz no Brasil. Não existe salão de festas, palhaços, lembrancinha, nem empresa que fornece tudo o que se precisa para a decoração. Você também não convida 300 pessoas, só os amiguinhos da criança (quando ela tem idade para isso), a família e amigos muito próximos.

O primeiro ano do meu babóg vai ser assim também. Vai ter festa, claro, porque eu quero comemorar, mas em casa mesmo. Ainda não decidimos se aqui em Dublin ou se em Killarney.

O que está decidido é que nós vamos fazer tudo, os convites, a decoração (coisa simples), a comida e as lembrancinhas.

Certeza mesmo você pode ter duas: o tema, que não poderia ser outro uma vez que E. tem nome, sobrenome (e cabelo) de viking.

A segunda,  quem puder vir celebrar com a gente vai comer o melhor bolo de chocolate do mundo.

Sim, porque além de filho a gente sabe fazer ilustração e bolo.

Para saber o que I. está aprontando para o tema (e o presente de aniversário do filho) você pode clicar aqui para dar uma espiada no blog dele.

N.