Livros

Amélia Letrada (Agosto 2013)

Mais difícil do que encontrar tempo (e energia) para ler é conseguir ficar sem comprar livros novos. Mas prometi, e vamos que vamos, tentando diminuir um pouco a pilha de livros já comprados e não lidos.

No último mês tirei três títulos dessa lista mas confesso que nenhum me impressionou muito.

***

velveteen-rabbit2The Velveteen Rabbit – Margery Williams

The Velveteen Rabbit (acredito não ter sido lançado no Brasil) é um livro infantil publicado em 1922 e conta a estória de um coelhinho de pelúcia que espera ansiosamente pelo dia em que ele vai se tornar real, o que supostamente deve acontecer se ele for muito amado pelo seu dono.

Foi presente da minha sogra, é um clássico (certeza que você deve ter ouvido falar se faz parte da geração que assistia Friends na TV), para ler numa sentada e para ler para os filhos. Uma fofura.

 

Mothers Raising Sons – Nigel Latta9780091947439

“Por que os meninos são tão barulhentos? Por que quebram as coisas? Por que a fascinação com coisas que queimam, cegam e machucam?”

Comprei esse último livro do psicólogo Nigel Latta antes mesmo do lançamento porque tinha adorado o livro anterior. Ele escreve com bom-humor e os conselhos são sempre práticos. Quando E. começou a recusar comida (ou até hoje quando recusa) eu uso a mesma técnica de não oferecer uma substituição e esperar pelo horário da próxima refeição.

Esse livro, mais específico do que o anterior, por se tratar a criação de meninos, no entanto, não me agradou. Tirando uma lista no final de ideias bacanas de atividades para se fazer com meninos de acordo com a faixa etária, o resto foi tempo perdido.

Deve ser um sinal para eu parar de ler livros sobre maternidade.

 

deee52cd1365b036d87510c07d81e7e6The Secret Adversary – Agatha Christie (O Inimigo Secreto)

Tommy e Tuppence são dois jovens quebrados e desempregados que em busca de aventura decidem abrir uma empresa de investigação particular a “Jovens Aventureiros Ltda.” . O primeiro trabalho da dupla é para o sinistro Senhor Whittington e eles acabam metidos numa trama de conspiração política e muito perigo.

O segundo livro publicado pela Agatha Christie (de 1922) apresenta pela primeira vez a dupla Tommy e Tuppence que eu ainda não conhecia (e nem sabia que eram um rapaz e uma moça). Foi bom ler um livro que eu com certeza absoluta ainda não tinha lido (falei no mês passado que eu nem sempre tenho certeza se as tramas da Agatha Christie são inéditas para mim).

Lá pela metade do livro eu achei ter descoberto a identidade secreta do tal inimigo (o que nunca acontece comigo) e só quando cheguei mais perto do final é que voltei a ficar confusa e em dúvida se estava certa (estava). Ou seja, mais uma trama bem construída e que prende a atenção.

***

Setembro ainda está pela metade e eu já consegui terminar dois livros bem legais. Estou na torcida para conseguir terminar mais um antes das férias.

N.

8 Comments

39 anos; brasileira que mora na Irlanda; mãe de um filhote de irlandês do cabelo vermelho e muito fogo na bunda, de uma pimentinha de olhos grandes e curiosos e de uma caçulinha que é só sorrisos.

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September 12, 2013
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8 Comments

  • Mari

    E eu estou na torcida pra conseguir ler tão rápido quanto você!
    Beijo meu

  • Martha

    Nivea, tbm sou dessas que compra pilhas de livros e demora um bocado para lê-los… amo ficar escolhendo, lendo as sinopses, pechinchando (rs)!!! Daí quando chegam, nem sempre eu tenho o tempo que gostaria para e dedicar.. faz como, né?! rs

    Bjs

  • Nicholas

    Na questão de livro para meninos, nunca fui um cara tão adverso o que minha mãe oferecia / fala. Pq se eu andasse fora da linha, já sabia o final da historia. (deve ser por isso que sou casual)

    Hj em dia não , usar técnicas de linguagem e psicologia reversa ajudam, e a chinelada é o ultimo recurso que os pais/responsáveis tem como uma Lei marcial pra rebeldia do filho

    Eu acompanho seu blog e parabéns, é bom ver quando conseguimos algo, tudo na base do prometido.

    A vc está no meu blogroll

  • Manuela

    Fiquei na vontade de segurar um exemplar de “The Velveteen Rabbit”. Essa é a capa das últimas edições ou a de 1922? Sou do tipo fã de literatura infantil/juvenil, fazer as pequeninas cabeças pensarem. Bom, a minha também, rs.

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