Faz um mês só que ele completou um ano mas em termos de desenvolvimento esse um mês foi insano.

Ele não só anda mas anda muito rápido, anda batendo palmas, anda carregando os brinquedos. Não para mais de falar, apesar de não falar nada com nada (E. ainda não fala nenhuma palavra que a gente consiga identificar), fala com os ursos de pelúcia como se eles entendessem, fala com os livros ao mesmo tempo em que vira as páginas, fala comigo com a maior cara de quem está dizendo de fato alguma coisa. Ri muito, tudo é a coisa mais engraçada da face da terra.

Depois de ter demorado uma eternidade para aprender a bater palmas agora ele faz a toda hora, quando está contente (essa é a maior delícia de se ver), quando eu canto parabéns ou uma outra musiquinha, quando eu peço, quando se vê no espelho. Manda beijos, faz tchau (meio desajeitado é verdade), faz “não” com a cabeça. Começa também a aprender a coreografia de algumas músicas que ele ouve no playgroup: ao ouvir Head, Shoulders, Knees and Toes as mãozinhas vão direto para a cabeça.

O que me surpreende nisso tudo não é o fato dele estar fazendo essas coisas, todas abolutamente normais para a idade dele (vale dizer que não o acho mais “inteligente” que nenhum outro bebê e muito menos faço comparações), mas o fato de que estou aqui vendo tudo isso de perto, vendo aquele bebê que nasceu pititico, com menos de 3 quilos, se tornar um menino, capaz de aprender com a gente, capaz de interagir.

É a vida acontecendo bem na frente dos meus olhos. E é bonita mesmo, como já dizia a canção.

N.

PS. Felliz dia das mães se você não passou por aqui ontem.